O mínimo do Temer, a baioneta do Bolsonaro e o cafezinho do Alckmin

Na última quarta (6), o perfil do PSDB publicou uma mensagem (ver abaixo) em que Alckmin desafia Jair Bolsonaro para um debate sobre segurança pública.

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Imagem relativa:

Insatisfação com políticos cada dia aumenta mais

Políticos estão sendo hostilizados nas ruas, redes sociais a até por colegas de partido


Insatisfação com Doria
“Políticos com história dentro do PSDB, os deputados Roberto Engler, Barros Munhoz e João Caramez (que assumiu como suplente de Mauro Bragato, que perdeu o mandato) contam que decidiram ir ao PSB por apoio a França e por não se sentirem representados por Doria. Só Engler e Munhoz, juntos, receberam 317,4 mil votos em 2014.

“Tenho 42 anos de vida pública. Entendo que essa eleição para governador e presidente é vital para o Brasil. A primeira característica de um bom político é não mentir e ter palavra. Por isso, não posso aceitar a candidatura de Doria a governador”, justifica Barros Munhoz.”

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Temer só foi ao local do incêndio em Sampa para não “pegar mal”

Leia a frase do “abençoado”: “Eu estava em São Paulo, ficaria muito mal não comparecer” e veja no link a matéria. Não é à toa que elementos estão desta estirpe estão sendo todos os dias repudiados e hostilizados pela população, assim como foi o Temer ao chegar no local.