General do Exército não descarta Intervenção Militar Constitucional no Brasil

O general Hamilton Mourão, diz em Loja Maçônica, que o alto comando do exército está observando tudo o que está acontecendo no Brasil e que se os políticos e as instituições não se acertarem não haverá outra alternativa senão a intervenção dos militares para colocar a casa em ordem

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Militares estão cegos, surdos e mudos

Militares estão cegos, surdos e mudos

faxina geralDiante da situação atual, na qual estamos vendo quase todos os políticos sendo desmascarados, uns protegidos e outros perseguidos.

Diante da situação na qual estamos vendo que  nenhum político merece ou é digno de nossa confiança, até por estarem envolvidos em escândalos ou, ao menos sendo considerados suspeitos, só resta uma alternativa:

As forças armadas assumirem o poder em uma ação de intervenção militar, fechar o Congresso, destituir todos os cargos a nível federal, tanto do Executivo como do Legislativo e Judiciário e convocar novas eleições, sendo que todos os destituídos não possam se candidatar, ficando inelegíveis até definição de sua situação junto às investigações.

FORÇAS ARMADAS CONFIANÇALeia abaixo o texto de Durval Ferreira, membro do MBR e capitão reformado do Exército brasileiro que serviu por 20 anos nas Forças Armadas do Brasil (FFAA)
“Já a intervenção constitucional militar, admitindo-se que o Exército é um braço do povo e está a seu serviço e existe como sua primeira linha de defesa externa e último recurso interno, é uma escolha e direito do povo clamar por sua mobilização para defendê-lo. Basicamente, portanto, o que distingue um golpe de uma intervenção é se a ação é tomada para defender interesses próprios, políticos ou partidários ou se visa a responder aos apelos do povo.”

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