Morre filho de Geraldo Alckmin

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Thomaz Alckmin, filho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), morreu na tarde desta quinta (2).

Thomaz se encontrava no helicóptero que sofreu acidente em Carapicuíba, na Grande São Paulo. caindo sobre uma casa.

Morreram também mais quatro pessoas que se encontravam no helicóptero.

Thomaz, de 31 anos, é o filho mais novo do governador Geraldo Alckmin, e deixa duas filhas, sendo uma bebê de dois meses e uma menina deis  anos.

Da redação com, TV Cultura de SP

Em 2014 Thomaz foi vítima e tentativa de assalto – Veja vídeo

 

Governador Alckmin assina contrato para produção de 3.683 moradias por meio de PPP

alckmin e haddad

Governo do Estado de São Paulo é o primeiro a assinar uma Parceria Público-Privada de habitação social no país

O governador Geraldo Alckmin autorizou nesta segunda-feira, 23, no Palácio dos Bandeirantes, a Secretaria da Habitação a assinar o contrato referente à primeira Parceria Público-Privada de habitação social do Brasil. A PPP é destinada à implantação de moradias na região central da cidade de São Paulo e à prestação de serviços de desenvolvimento de trabalho técnico social de pré e pós ocupação, de apoio à gestão condominial e manutenção predial.

“Assinamos, hoje, o primeiro contrato de PPP do país na área habitacional, que também embute um grande programa de requalificação urbana. Trata-se da construção de moradias, um mix de habitação de interesse social e de mercado popular. Ou seja, vai de um a dez salários mínimos, além de reunir comércio e serviço”, explicou Alckmin. “É uma PPP totalmente inovadora e vai beneficiar o centro expandido, onde há muito emprego e mobilidade urbana”, completou o governador.

A empresa Canopus Holding S.A., vencedora na concorrência do Lote 1, será a responsável pela produção de 3.683 moradias. O processo está sendo conduzido pela Secretaria da Habitação, por meio da Casa Paulista.

O contrato prevê a produção de 2.260 unidades destinadas à Habitação de Interesse Social – HIS (para famílias com renda de um piso salarial do Estado de São Paulo e até seis salários mínimos) e 1.423 Habitações de Mercado Popular – HMP (para famílias com renda entre seis e dez pisos salariais).

A Concorrência Internacional 001/2014 marcou o lançamento da primeira etapa, resultando na contratação das 3.683 unidades (Lote 1). A meta do Governo do Estado para o projeto de PPP de Habitação Social é construir 20 mil unidades no centro da capital.

O Governo responsabiliza-se, nesta fase, por 100% das áreas destinadas à HIS. A Prefeitura de São Paulo é parceira do projeto, mediante aplicação de recursos e oferta de terrenos. As áreas para as HMP ficarão por conta da empresa. O Lote 1 abrange o bairro da Barra Funda. Outros distritos poderão ser incluídos em função de eventuais restrições das áreas de interesse do Estado, nos termos previstos no contrato. As unidades habitacionais de 2 dormitórios deverão ter área útil mínima de 43m².

Do total de unidades, 80% serão destinadas a famílias que trabalham no centro, mas que têm sua moradia em bairros periféricos da cidade de São Paulo. Os restantes 20% serão destinados a famílias que trabalham e moram no centro. O atendimento alcançará diferentes faixas de renda e manterá as reservas previstas em lei para idosos, policiais civis e militares, agentes penitenciários, pessoas com deficiência e servidores e empregados públicos. Parte das unidades será destinada a entidades sem fins lucrativos, habilitadas pela CDHU na Seleção Pública nº 003/2010.

As famílias serão selecionadas pelo Estado em processo seletivo a ser aberto na fase de aprovação dos projetos. A Prefeitura apresentará ao Estado a listagem das famílias a serem beneficiadas na proporção da sua participação nos investimentos. As Entidades indicarão famílias beneficiárias para preencher o percentual que lhes cabe na conforme disposto no edital e contrato. As prestações serão proporcionais à renda do morador, de acordo com as regras de financiamento das instituições financeiras apresentadas pelo setor privado.

Para o Lote 1, os investimentos previstos (habitação, equipamentos, comércio e serviços e obras urbanas) serão da ordem de R$ 900 milhões, totalmente viabilizados pela iniciativa privada, que poderá buscar financiamentos em quaisquer instituições financeiras brasileiras ou estrangeiras, ou em instituições multilaterais de crédito.

A contraprestação do Estado neste Lote 1 será em um montante da ordem de R$ 465 milhões (a valor presente), diluídos ao longo de 20 anos de contrato, com início de desembolso somente a partir da entrega das unidades habitacionais.

A etapa atual representa o início da implantação do modelo inovador que pretende construir 20 mil unidades habitacionais no centro expandido da capital, acompanhadas de obras de requalificação urbana, compreendendo equipamentos públicos, infraestrutura, comércio e serviços, e serviços de trabalho social e manutenção predial. Como estratégia de ação, serão utilizados imóveis classificados como não edificados, subutilizados e não utilizados, nos conceitos do Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo.

Os empreendimentos que serão executados por meio da PPP contribuirão para a requalificação urbana e econômica, com inclusão social e com foco na moradia, objetivando também recuperar áreas degradadas e gerar emprego e renda. A iniciativa busca aproveitar os benefícios da infraestrutura existente.

O programa preconiza evitar condomínios fechados e incentivar o uso misto, reunindo unidades residenciais e espaço para a instalação de comércios. Um dos motes do projeto é aproximar a moradia do emprego e dos eixos de transporte de massa, contribuindo para reduzir o tempo de deslocamentos dos trabalhadores.

O projeto traz a marca da inovação desde o seu lançamento em 2012. Contempla como diretriz o incentivo de usos mistos – habitação, comércio, serviços, equipamentos públicos e melhoria de áreas livres. As diretrizes urbanísticas do projeto incorporam conceitos de adensamento incorporados na legislação urbanística recém instaurada na cidade e deverão propiciar espaços mais abertos, plurais e seguros.

O modelo pretende atrair a iniciativa privada não apenas para a construção das unidades, mas para participar da estruturação de um novo mercado, de uma alternativa de produção e oferta de moradias, com toda a segurança jurídica que um Estado como São Paulo oferece.

Agência Casa Paulista

A Casa Paulista foi criada em setembro de 2011 pelo Governo do Estado de São Paulo para fomentar a habitação de interesse popular e acelerar o atendimento à demanda habitacional em território paulista. Classificada como marco substancial de mudança na política habitacional do Estado, estabelece parcerias, capta recursos junto a governos, agentes financeiros e iniciativa privada e destina subsídios e microcréditos para viabilizar ou aperfeiçoar moradias para famílias de baixo poder aquisitivo, especialmente entre um e cinco pisos salariais.

Canopus Holding S/A

Incorporadora e construtora de Belo Horizonte, com 44 anos de atividade neste mercado, atua no desenvolvimento de empreendimentos residenciais de baixa, média e alta renda bem como empreendimentos comercias e flats. No segmento de baixa renda, possui mais de 18 mil unidades construídas e em construção dentro do programa MCMV, do Governo Federal, em 8 Estados brasileiros. Nos demais segmentos, atua principalmente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Foi considerada, pelo ranking “Valor 1000 – Edição 2014” do Jornal Valor Econômico, a 7ª melhor empresa do Brasil no segmento imobiliário, bem com a 1ª em liquidez corrente. Possui como um dos seus acionistas a IFC – International Finance Corporation, organização pertencente ao Grupo do Banco Mundial.

A informação é da Secretaria da Habitação / Casa Paulista

Foto: Brasil/247

Inteligente, Alckmin não quer PSDB nos protestos

aécio duplo amorim

Inteligente, Alckmin não quer PSDB Uma vez que o movimento é para pedir o impecheament de presidenta Dilma, vejo uma incoerência muito grande do mau perdedor nas urnas, Aécio Neves que é também o presidente nacional do PSDB apoiar o movimento, uma vez que ele mesmo disse ser contra o impeachment.

Aécio mostra ser o menino mimado que sempre citei que quando deixa de ganhar um brinquedinho chora e esperneia, sendo que desta vez o “brinquedinho” que ele pretende é a presidência do Brasil, esquecendo que há uma linha de três sucessores e um possível pelas forças armadas, uma vez que Eduardo Cunha (PMDB), presidente da Câmara de Renan Calheiros (PMDB), presidente do Senado já estão as cabeças sendo pedida pela maioria dos eleitores.

Diferente de Aécio, Alckmin rechaça PSDB em protestos

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), negou que o PSDB tenha relação com as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff marcadas para este domingo (15); para ele,  o movimento é espontâneo;  “Vai quem quiser. É da sociedade civil”; a declaração do governador acontece um dia após o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, declarar o apoio do partido aos protestos

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), negou que o PSDB tenha relação com as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff marcadas para este domingo (15). Segundo Alckmin, as manifestações são “extremamente legítimas, espontâneas e que só fortalecem a democracia”. A declaração do governador acontece um dia após o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, declarar o apoio do partido aos protestos.

Para Alckmin, o movimento é livre à participação da população. “Vai quem quiser. É da sociedade civil”, disse. Segundo Alckmin, a Polícia Militar de São Paulo irá garantir a segurança das manifestações para evitar a infração de vândalos entre os participantes do ato.

“As manifestações são extremamente legítimas, espontâneas, impressionante isso, absolutamente franco das ruas, da vontade das pessoas, e só fortalece a democracia. O que nós temos que fazer é garantir a segurança de todos e evitar a infiltração de vândalos”, afirmou.

Postado no Brasil 247