Célia Brandani comenta comunicado de Pedretti

A ex-prefeita da cidade de Dracena, Célia Brandani/PT fez comentário nesta sobre comunicado à imprensa enviado pelo ex-prefeito José Antonio Pedretti/PSDB

Veja a íntegra do comentário feito na página de Jorge Zanoni, no Facebook, no seu original

a todos aqui q estão criticando ou fazendo piada do artigo divulgado pelo Pedretti , posso garantir a vcs q a renegociação dos precatórios é verifica, o se não pagasse não iria assinar nem convênio ou receber emendas do governo estadual. O município estava inadimplente consegui renegociar desde a fosse o número de parcelas dentro do mandato. Pagamos!. O corte do COM tbem é verifico. No censo de 2010 deu q Dracena tinhá reduzido a população, o repasse do DOM de acordo com a população. Houve redução do repasse. O então prefeito entrou com liminar e continuou recebendo sem a redução. A justiça cancelou a liminar e a União em um bloqueio tirou 4 milhões. O prefeito teve q em sua gestão se reestruturar com essa perda. Qto as contas a pagar da gestão anterior ao Pedretti tbem São verdadeiras. Pq eu li e conferi o proceaso de transição, mas e normalvessa contas. Já em outros comentários expliquei. A contabilidade pública tem seus ritos um pouco diferenciado. Normalmente o mês de gasto fecha no meado do mês seguintes. Qto as casas desenrolou sim a construção. Junto com associação mudou-se de programa do CDHU para Minha Casa Minha Vida. Teve q refazer todo o projeto. Mas garanto em um ano e meio estarão prontas. Pq o Pedretti não falou na época dessas contas? Isso não sei! Mas se eu fosse prefeita faria como ele “casou com viúva, cria seus filhos” 

Conheça as principais atribuições dos prefeitos e vereadores

Conheça as principais atribuições dos prefeitos e vereadores
Autoridade máxima na estrutura administrativa do Poder Executivo do município, o prefeito tem o dever de cumprir atribuições previstas na Constituição Federal de 1988 ao definir onde serão aplicados os recursos provenientes de impostos e demais verbas repassadas pelo Estado e pela União. A aplicação desses recursos públicos deve obedecer à Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n° 101/2000) e o que for fixado na lei orçamentária anual do município, proposta pelo prefeito e votada pelos vereadores, que representam o Poder Legislativo municipal.
Também cabe aos vereadores acompanhar as ações do Executivo municipal e fiscalizar se os compromissos legais e metas do governo estão sendo cumpridos. A Constituição Federal determina, por exemplo, que cabe ao prefeito e à sua equipe administrar o transporte coletivo da cidade, manter programas de educação infantil e ensino fundamental, prestar serviços de atendimento à saúde da população, promover o adequado ordenamento territorial do solo urbano e proteger o patrimônio histórico-cultural do município.
Essas competências estão previstas no artigo 30 da Constituição, que, mais abaixo, em seu artigo 158, relaciona os três impostos que geram parte da receita disponível aos prefeitos na administração dos serviços públicos locais.
São eles o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a Eles Relativos (ITBI) e os Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). Também são destinados à Prefeitura 50% do imposto arrecadado pela União sobre a propriedade territorial rural localizada no município, 50% do imposto arrecadado pelo Estado em Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) dos veículos registrados no município e parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) arrecadado pelo Estado. Neste último caso, 25% da receita total obtida com o imposto é dividida entre todos os municípios de um mesmo Estado.
Enquanto o prefeito é o chefe-máximo do Executivo municipal, o vice-prefeito é o segundo na hierarquia. Ele substitui o prefeito no caso de viagem, licença e em algumas hipóteses de afastamento do cargo, como quando o político decide concorrer a outro cargo eletivo.

Intervenção no município
A Constituição Federal prevê, ainda, que o Estado não pode intervir em seus municípios, a não ser que o prefeito deixe de prestar contas na forma determinada em lei e caso ele deixe de aplicar o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde.
O artigo 212 da Constituição determina que os municípios devem aplicar anualmente, no mínimo, 25% da receita resultante de impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino. Para a saúde, a Constituição Federal prevê o repasse de 15% do produto da arrecadação de impostos específicos (inciso III do parágrafo 2º do artigo 198).