Sonho de Doria poderá ir por água abaixo

O PODEMOS e vários outros partidos juntos poderão tirar o Palácio dos Bandeirantes dos sonhos do atual prefeito de São Paulo, enquanto Márcio França poderá subir nas pesquisas inclusive por ter ao seu lado Mário Covas Jr. e partidos ligados à entendidas religiosas

”O PODEMOS  anuncia, nesta terça-feira (3), às 12 horas, na Avenida Paulista, 2.200, no Auditório Assis Chateaubriand, sua adesão ao projeto do PSB para o Governo do Estado de São Paulo em 2018 e apoio à pré-candidatura do vice-governador Márcio França.

O PSB já conta com o apoio do Partido da República (PR); Solidariedade (SD); Partido Republicano da Ordem Social  (PROS); Partido Social Cristão (PSC); Partido Pátria Livre (PPL),  Avante, Partido Popular Socialista (PPS), Partido Humanista da Solidariedade (PHS), Partido da Mulher Brasileira (PMB), Partido Verde (PV),  Partido Republicano Progressista (PRP) e agora o Podemos , somando mais de 20 minutos de tempo de TV e Rádio para as eleições deste ano.

Novas adesões serão anunciadas em breve.

No encontro desta terça-feira estará presente Mário Covas Neto, que se filiará ao Podemos e fará parte do projeto de Márcio França e de todos estes partidos para o Governo do Estado de São Paulo”

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PPS, partido do novo ministro da Cultura, se recusa a assinar nota de apoio a Geddel

Ao todo, 27 deputados assinaram manifesto de desagravo a Geddel. Nem todos, porém, são líderes, ao contrário do divulgado por André Moura

A crise política gerada com a acusação de que o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), da Secretaria de Governo, pressionou o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero para liberar a construção de um edifício em Salvador, em área vizinha a prédios tombados pelo patrimônio histórico e onde tem um imóvel, causou constrangimento a alguns líderes da base de apoio ao governo na Câmara.

O líder do PPS, Rubem Bueno (PR), se recusou a assinar o manifesto em solidariedade a Geddel, entregue em solenidade ao ministro na terça-feira (22). Consultado pelo líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), Bueno disse que não poderia assinar o documento. A bancada da legenda chegou a discutir o assunto internamente e nenhum vice-líder do partido aceitou participar do movimento em defesa de Geddel. O PPS é o partido do novo ministro da Cultura, Roberto Freire, que assumiu hoje o cargo no lugar de Marcelo Calero.

“Não assinamos por uma questão óbvia, independentemente da proporcionalidade do fato”, disse o deputado Arnaldo Jordy (PA), vice-líder da bancada. O único deputado do PPS que assinou o manifesto foi Arthur Maia (BA), baiano como Geddel, que prestou solidariedade ao ministro na condição de vice-líder do governo na Câmara, e não como representante da legenda.

PSDB
O líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), também foi pressionado e assinou o manifesto, mas se recusou a sair em caminhada ao Palácio do Planalto, junto com os outros líderes, para se solidarizar com Geddel.

Entre os 27 deputados que assinaram (veja a relação ao lado) o documento, estão os líderes do PMDB, Baleia Rossi (SP), do PTB, Jovair Arantes (GO), do PV, Evandro Gussi (SP), e do DEM, Pauderney Avelino (AM).

“Consideramos que o ministro está conduzindo a pasta de maneira técnica, competente e tendo como premissa maior o diálogo, sendo também um dos protagonistas das sucessivas vitórias que o atual governo vem obtendo nesse Parlamento”, diz a nota.

A construção do prédio de 100 metros de altura, onde Geddel diz que comprou uma unidade no 23º andar, dependia de uma autorização da superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na Bahia, órgão subalterno ao ministério da Cultura onde Calero era o titular. O ex-ministro revelou em entrevista que decidiu pedir demissão do cargo depois que foi pressionado por Geddel a liberar a obra do La Vue Ladeira da Barra em local tombado pelo patrimônio histórico.

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Da redação com, Congresso em Foco

Datena: “… um péssimo político” e “… mais um imbecil”

Datena: “… um péssimo político” e “… mais um imbecil”

datenaPor Amorim Sangue Novo

Entre ouras frases que denigrem sua imagem como político, o apresentador José Luiz Datena, citou ainda, em entrevista, que seria uma porcaria como administrador.

“Em 2012, Datena disse que não entende nada de administração, que seria um péssimo político. Além disso, disse que acha injusto um apresentador de TV se candidatar, pois ganharia votos pela sua popularidade e não pela sua capacidade como administrador.”

Agora Datena confessa ser pré-candidato a prefeito de São Paulo, pelo PPS

Uma coisa é certa: o Datenão parece com o Clark Kent, mas até aí ser um super homem, ao menos nas palavras, nunca será e, se o superman nunca revelou sua verdadeira identidade, o apresentador falou demais e, com certeza agora terá que dobrar a língua.

Por tudo isto me permito fazer um trocadilho: Date, não!

Veja vídeo: