Auditoria confirma que Lula não participou de corrupção na Petrobrás corrupção na Petrobrás

Relatório de conclusão foi encaminhado ao juiz federal Sérgio Moro, na manhã desta segunda (29)

Uma nova auditoria feita pela KPMG não identificou participação do ex-presidente Lula na corrupção da Petrobras. O resultado foi anexado pela defesa do petista à ação penal vinculada à Operação lava Jato que ele responde na Justiça Federal em Curitiba.

De acordo com o Paraná Portal, o ofício foi encaminhado para o juiz Sérgio Moro nesta segunda. Na auditoria, foram analisados documentos referentes ao período de 31 de dezembro de 2006 a 31 de dezembro de 2011.

A KPMG informa que foram utilizados métodos já previstos em normas profissionais de auditorias. No documento, a empresa frisa que não foi constatado em demonstrações contábeis “atos envolvendo a participação do ex-presidente Lula dentro da estatal”.

No processo em questão, Lula é investigado pela compra de um terreno, onde ficaria a nova sede do Instituto Lula e também um apartamento vizinho ao local onde o petista mora, em São Bernardo do Campo (SP). As duas propriedades foram adquiridas pela Odebrecht e seriam cedidas ao ex-presidente.

Da redação com Portal Paraná

 

O protesto mais certo, justo e pacífico que já vi

Manifesto dos movimentos sociais sobre o Dia 13 de Março

Por Amorim Sangue Novo

Fazer protestos pelo aumento de salários, principalmente o professorado é justo. Protestar por melhor desempenho dos governantes é certo e, o mais importante, de modo ordeiro e pacífico, como foi visto nesta sexta (13).

Porém há de se verificar os abusos e desmandos dos governantes, principalmente os congressistas, os quais tentam de todas as maneiras “derrubar” a chefe do executivo, com exigências absurdas ou até visando interesses próprios, principalmente os do PMDB, interessados na queda da presidenta Dilma, devido caso isto aconteça, e não acontecerá, a sucessão estaria assegurada por três vezes, na sequencia ao vice-presidente, presidente da Câmara e presidente do Senado, ambos do PMDB.

Os partidários e simpatizantes do PT e do bom andamento e desenvolvimento do país deram uma lição de civilidade, se portando de forma ordeira e pacifica, enquanto alguns gatos pingados, simpatizantes da oposição e ligados a organização pró-impeachment tentaram, em vão, tirar a seriedade dos manifestantes e da manifestação.

A mídia por sua vez fez questão de dar destaque ao número de participantes, ao invés de mostrar a seriedade e organização. Outras deram destaque aos valores recebidos por alguns manifestantes, como ajuda-alimentação, fato este que foi declarado aos quatro cantos pelos próprios organizadores.

Infelizmente temos uma grande parte da mídia que, em sua imparcialidade, deixa a desejar em suas informações. Já a Agência Brasil cita, veja matéria abaixo, números totalmente distorcidos do órgão de segurança de São Paulo. Vale lembrar que o Datafolha também foi fiel em sua contagem, o que também difere dos da PMSP, porém temos que considerar que a PM é estadual e, consequentemente comandada pelo governador Alckmin, do PSDB, partido este que é o maior opositor da presidenta, aliás, nem diria o partido é maior opositor, mas o presidente nacional do partido, Aécio Neves que, em sua saga de mau perdedor quer ver cair a presidenta Dilma, satisfazendo assim seus desejos de menino mimado, até de forma nada inteligente, sem pensar nas consequencias vindouras.

saopaulo

Protesto pelo Dia Nacional de Luta reúne centenas de pessoas em SP

Centenas de manifestantes participaram, nesta sexta-feira, na frente da sede da Petrobras e também no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) para o Dia Nacional de Luta em Defesa dos Direitos da Classe Trabalhadora, da Petrobras, da Democracia e da Reforma Política. O ato teve início com uma assembleia de professores estaduais no vão livre do Masp e na frente da Petrobras. Mais tarde, manifestantes de ambos os atos se reuniram para caminhar até a Praça da República, no Centro da capital paulista.

Segundo a Polícia Militar, cerca de 50 manifestantes estão no Masp e 150 em frente a Petrobras, mas a reportagem da Agência Brasil passou em frente a ambos os lugares por volta das 13h30 e constatou que, apesar da chuva, o número de participantes é superior ao informado pela PM. Os organizadores esperam reunir cerca de 30 mil manifestantes, enquanto a PM estima a participação de três mil pessoas.

Em entrevista em frente à sede da estatal, o presidente da Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Onofre Gonçalves disse que o ato desta sexta é contra o pedido de impeachment da presidenta da República Dilma Rousseff, embora não seja um ato contrário ao protesto marcado para domingo no país.

– Nosso ato não é contra outro ato. Nosso ato é em defesa da soberania nacional e da Petrobras. Quem quiser falar contra isso, faça o ato no domingo”, falou ele. “Se tem alguém querendo um terceiro turno, isso não está escrito na Constituição. A eleição brasileira é em dois turnos. Se alguém está esperando o terceiro deve esperar as próximas eleições – acrescentou.

Segundo Gonçalvez, além da defesa da Petrobrás, o ato reivindica uma reforma política no país, com o fim de financiamento privado de campanhas e a preservação de direitos trabalhistas: “É um ato dos trabalhadores e trabalhadoras em que nós reivindicamos, primeiro, que as Medidas Provisórias (que alteram benefícios trabalhistas) sejam revistas porque mexem em direitos e não queremos que se mexa em nenhum direito dos trabalhadores. Segundo, estamos também defendendo a Petrobras, que é uma das estatais do povo brasileiro, gerando milhões de empregos e não pode ser privatizada e fragilizada a ponto de servir aos interesses internacionais”

Em assembleia, professores filiados ao Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) vão discutir a possibilidade de entrarem em greve. Os professores pedem, principalmente, aumento salarial de 75,33% para equiparação com as demais categorias do ensino superior.

O ato desta sexta-feira foi organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), União Nacional dos Estudantes (UNE), Federação da Agricultura Familiar do Estado de São Paulo (FAF-CUT/SP), Movimentos dos Atingidos por Barragens (MAB), Consulta Popular, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Central de Movimentos Populares (CMP), Levante Popular da Juventude, Campanha do Plebiscito Constituinte, Movimento Nacional das Populações de Rua (MNPR), Fora do Eixo MÍDIA Ninja (FDE) e Marcha Mundial das Mulheres (MMM)

Do Correio do Brasil