Papo reto e afiado – 07/03/17

Nas cidades onde os vereadores se aliam aos prefeitos a baderna é inevitável

Campanha Fiscalização 2017 – Educação

Veja vídeo – MP investiga superfaturamento em Cabo de Santo Agostinho (PE) clicando aqui >>>

Papo reto e afiado – 06/03/17

Prefeitos devem “tirar a bunda da cadeira” e evitar o exibicionismo

Prefeito Daniel Guerra de Caxias do Sul/RS, telefona para médico e cobra presença

“Você poderia me dizer qual é o motivo da sua ausência aqui na UBS [Unidade Básica de Saúde]? É o seu dia de plantão. Tem 16 pacientes na sua agenda e o senhor não está aqui atendendo”, questiona Daniel Guerra (PRB), novo prefeito de Caxias do Sul, cidade da serra gaúcha.
A ligação foi feita dentro de uma UBS, na última quinta-feira (2), para um médico, funcionário público, que não estava no trabalho. O momento foi filmado e publicado na página da prefeitura no Facebook. Em menos de 24 horas, o vídeo teve mais de 123 mil visualizações, 4.879 compartilhamentos e 1.100 comentários, a maioria de apoio ao prefeito.
“Seu salário está em dia. Então, que cumpra seu papel de servidor. Gostaria que o senhor ponderasse, em respeito à população”, disse o prefeito ao médico, antes de desligar o telefone. “Fui respeitoso, mas muito firme”, contou o prefeito à Folha.

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Papo reto e afiado – 05/03/17

Será verdade ou mais uma “tirada de sarro” do Temer?
Não acredito que seja verdade uma vez que o Romero Jucá, ou Caju, citado 105 vezes na delação de Claudio Melo Filho, foi confirmado por Temer para liderança do governo no Senado

Noticia na Revista Veja diz que “Agora, não resta dúvida: o presidenteMichel Temer entende que denúncias contra políticos do seu PMDB na Lava Jato são letra morta. Não são indício, não constituem constrangimento, nem mesmo um desconforto. A confirmação veio com a nomeação de Romero Jucá para líder do governo no Senado. Jucá é o “Caju” para Claudio Melo Filho, o ex-lobista da Odebrecht que o cita 105 vezes na sua delação. Em 82 páginas, Melo Filho conta quantas e quais vezes Jucá trabalhou para aprovar medidas provisórias de interesse da empreiteira e cobrou por isso – em moeda sonante. A saraivada de casos que Melo Filho relata ocorreram quando Jucá era líder do governo no Senado, cargo ao qual acaba de voltar.”

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