Prefeito de Dracena demonstra não ter conhecimento do que se passava no Executivo durante suas gestões

Prefeito de Dracena demonstra não ter conhecimento do que se passava no Executivo durante suas gestões

Prof. Juliano e a primeira dama Ana Carolina

De acordo com suas declaração o professor Juliano deixou claro que não se interessou em saber como estava a situação do Executivo durante sua gestão como vereador

Nesta terça (03), em entrevista para uma emissora de TV da região, o prefeito de Dracena, professor Juliano, disse, entre outras, não saber como está a situação financeira da cidade, como também citou, entre outros, que o serviço de transporte está “sucateado”, mostrando assim que, em suas gestões, que totalizaram 12 anos como vereador não se empenhou em saber como estavam as finanças, como também outros serviços de interesse da população.

Juliano citou também que há cargos de comissionados que deveriam ser demitidos e que isto não foi feito pela administração anterior, porém esqueceu-se que, em TAC com o Ministério Público, ficou convencionado, que as exonerações deverão ser feitas, parte em 2017 e outra parte até 2018, sendo, portanto de sua responsabilidade cumprir o TAC, uma vez que não foi feita pelo seu antecessor.

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Contas do prefeito eleito de Dracena mais uma vez não são aprovadas pelo TRE

Contas do prefeito eleito de Dracena mais uma vez não são aprovadas pelo TRE

Segundo consta no processo do TRE/Dracena o prefeito eleito de Dracena Professor Juliano, teve mais uma vez as contas desaprovadas nesta quarta (07).

Em um trecho de sua decisão o juiz Marcus Frazão Frota cita textualmente que:

”Ao contrário, toda a história do mencionado empréstimo, da forma como está contada nos autos, é muito obscura e cheia de contradições.

Evidente que o candidato infringiu as normas relativas ao financiamento de campanha, pois arrecadou e gastou recursos de origem vedada (empréstimo efetuado com particular).  “Ressalta-se que pela renda comprovada do candidato, ele teria lastro financeiro para doar a sua própria campanha o valor de R$ 20.000,00, eis que é vereador deste município e professor da rede estadual. Tal fato atenua a irregularidade dos autos, pois o candidato legitimamente poderia dispor desses recursos e aplicar em sua campanha.

Atenua, de mesmo modo, sua responsabilidade, o fato de o depósito dos valores ter sido efetivado pelo próprio candidato na conta oficial de sua campanha, de modo identificado e contabilizado.
Por tal razão, a presente hipótese não configura o popularmente chamado “caixa 2”, em que o pagamento de despesas da campanha são efetuados por intermédio de terceiros, ou, por meios não contabilizados, ao largo da conta oficial de campanha.”

Fotos: Portal Regional e PTN

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