Pedretti perde feio em doações em relação ao Professor Juliano

Pedretti perde feio em doações em relação ao Professor Juliano

pedretti-e-juliano-amorim-sangue-novoSempre demonstrei meu repúdio a doações para campanhas eleitorais, seja por pessoas jurídicas ou pessoas físicas ou ainda através do Fundo Partidário, uma vez que estes valores saem do bolso dos contribuintes.

Minha não concordância é até para que os doadores, porventura, não sejam beneficiados de alguma forma futuramente, uma vez que não existe almoço de graça, como se diz popularmente, portanto como cabe à imprensa dar a notícia e esclarecimentos, cabe aos eleitores ficar a par do que possa vir pela frente.

Enquanto o candidato a prefeito de Dracena obteve dos doadores Pessoas Físicas o equivalente a R$ 2 mil, o também candidato Prof. Juliano obteve, somente de um doador (ele mesmo) um valor deis superior ao acima e o que menos doou supera em o dobro de dois mil reais.

Pedretti também não recebeu nenhum recurso do Fundo Partidário, enquanto o Prof. Juliano obteve o equivalente a R$ 17.690,35.

Por outro lado as despesas de atual prefeito foi a de R$ 12.000,00 enquanto a do Prof. Juliano chegou a R$ 21.400.22

O limite de gastos para ambos é o de: R$ 266.837,15

Veja quadro abaixo:
Ranking de Doadores – Prof. Juliano

JULIANO BRITO BERTOLINI35.09%

35.09% Complete (success)

CPF 265.410.268-82R$20,000.00

SONIA REGINA CENEDESI MACHADO16.67%

16.67% Complete (success)

CPF 015.354.348-56R$9,500.00

PAULO SERGIO PERES9.649%

9.649% Complete (success)

CPF 074.079.078-11R$5,500.00

CELIO ANTONIO FERREGUTTI8.772%

8.772% Complete (success)

CPF 017.534.068-46R$5,000.00

GILMAR LIMA E SILVA7.018%

7.018% Complete (success)

CPF 080.362.788-20R$4,000.00

Ranking de Doadores – Pedretti

PAULO CESAR DANCIERI100.0%

100.0% Complete (success)

CPF 544.469.618-53R$2, 000,00

Dados apurados do site do TSE às 21 horas deste sábado (24).

Financiamento de campanhas é uma afronta a inteligência dos brasileiros

financiamento_de_campanha

Por Amorim Sangue Novo

Nenhuma entidade de qualquer ordem e principalmente empresas privadas pode dar nada sem que pretenda uma troca de qualquer tipo futuramente.

O que não se discute é que qualquer “investimento financeiro” em candidatos e/ou partidos são descontados do IR e também lançados como despesas, servindo esta para computo de seus custos, refletindo assim, no aumento de produtos, mercadorias ou serviços.

Nenhuma entidade de qualquer ordem e principalmente empresas privadas pode dar nada sem que pretenda uma troca de qualquer tipo futuramente.

O que não se discute é que qualquer “investimento financeiro”

Entidades protestam contra financiamento empresarial de campanhas

Duzentos sacos com o símbolo do cifrão ($), representando dinheiro, foram espalhados em frente ao Congresso Nacional como forma de protestar contra o financiamento empresarial de campanha. O ato faz parte de uma semana de mobilizações em torno da reforma política, promovida pela Coalização Reforma Política Democrática – Eleições Limpas.

As organizações que integram a coalizão defendem que o financiamento empresarial é uma das causas de corrupção e citam como exemplo as denúncias investigadas na Operação Lava Jato de que empreiteiras teriam pago propina para partidos políticos.

– Empresa não é eleitor, ela não vota. Então, não tem porque ela participar das campanhas eleitorais, isso cria uma distorção no processo democrático e vai contra o conjunto da população – diz o diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Carlos Alves Moura. “Ela participa da eleição e depois vai cobrar a fatura por meio de contratos, isso deturpa o processo eleitoral e acaba promovendo a corrupção,” defendeu.

A proibição do financiamento empresarial de campanha faz parte de um projeto de iniciativa popular defendido pela coalização. Além da proibição do financiamento, as organizações também defendem a realização de eleições em dois turnos (o primeiro com voto em lista de partidos e o segundo nos candidatos) e maior participação popular por meio de plebiscitos e referendos, que seriam convocados para questões nacionais. Entre essas questões o grupo destaca concessões de serviços públicos, privatizações, construção de obras de grande impacto ambiental, alienação de bens públicos e outros.

A coalização também critica a sub-representação de mulheres no Parlamento e propõem a paridade de representação de homens e mulheres, bem como maior acesso ao Fundo Partidário das agremiações que privilegiem a participação de outros segmentos sub-representados como negros e indígenas.

Moura disse ainda que as organizações pretendem reunir 1,5 milhão de assinaturas no projeto de iniciativa popular para a reforma política, número mínimo exigido por lei. Até o momento, elas contabilizam mais de 500 mil assinaturas de eleitores. O projeto de iniciativa popular é defendido desde 2013. Entre as cerca de 110 entidades que compõem a iniciativa estão a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), entre outras.

– Estamos aqui especificamente pela questão do financiamento eleitoral feito por empresas, mas o projeto é mais amplo. Estamos promovendo essas manifestações em várias capitais e queremos sensibilizar os parlamentares e a sociedade em geral para essa proposta que surge da vontade popular – resumiu.