Deduragem não premiada

Deduragem não premiada

palmatóriaPor Amorim Sangue Novo

Estamos vivendo um período no qual o “alcagoetismo” em que os criminosos, normalmente políticos ou engravatados, estão se livrando da cadeia, desde quando “dedure” seus parceiros, e/ou quadrilheiros.

Ainda esta semana vimos o caso do O ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, o qual teve sua pena reduzida em 40%, ou seja, de cinco passará a três seus anos de cumprimento da pena de cadeira, pena esta que se reduzirá com o bom comportamento, antes passando por vários processos como, prisão domiciliar, etc.
Quem como eu viveu períodos em que a “entrega” era feita de forma “espontânea”, sob pena de, desculpem o trocadilho, sofrer pena de modo físico, há de convir que não deveria ser aplicado de forma cruel, porém um “convencimento” para que a deduragem seja feita, sempre deve ir bem, principalmente se aplicada aos almofadinhas e “coronéis”, acostumados a bons restaurantes, carrões, serviços de quartos, etc.

Por isto mesmo sou a favor da deduragem não premiada (1), através de uma simples frase ao pé do ouvido: VAI FALAR OU NÃO VAI SEU FILHO DA P…?”“

Simples assim!

(1) A frase “deduragem não premiada” é de minha autoria e seu uso é livre, porém o crédito do autor deve ser mantido.

Assista trechos da delação de Paulo Roberto Costa

Na imagem do Salvoconduto, uma palmatória, ainda usada em algumas partes dos Estados Unidos.