“Da força da grana que ergue e destrói coisas belas” OU Este o padrão Globo

fora globo amorim sangue novo

Por Amorim Sangue Novo

Invencionismo, notícias distorcidas e omitidas, edição que leva leitor a interpretações errôneas ou de forma que a convém.
A mesma Rede Globo que, como todos sabem, construiu (leia aqui depoimento de Boni) um presidente e ao mesmo tempo o derrubou e que agora tenta fazer o mesmo, com a desvantagem de não o tê-lo construído.
A mesma Rede Globo que manipula os telespectadores com programas e personagens ilusórias e, de certa forma imorais, fugindo dos preceitos da moralidade, civilidade e dignidade.
A mesma Rede Globo que deve milhões aos cofres públicos e, descaradamente mão os paga.
Pois é, com um perfil destes e com provas documentais (veja abaixo) não é de se duvidar seu do envolvimento, através de seu fundador, na participação e articulação para que p regime militar tivesse sucesso no Brasil.
Vale lembrar que a emissora começou a funcionar em 26 de abril de 1965 e foi fundada pelo jornalista Roberto Marinho, citado n caso.

Documentos dizem que Roberto Marinho foi principal articulador da Ditadura Militar

Em telegrama ao Departamento de Estado norte-americano, embaixador Lincoln Gordon relata interlocução do dono da Globo com cérebros do golpe em decisões sobre sucessão e endurecimento do regime

lINCOLN gORDON
Lincoln Gordon

No dia 14 de agosto do 1965, ano seguinte ao golpe, o então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Lincoln Gordon, enviou a seus superiores um telegrama então classificado como altamente confidencial – agora já aberto a consulta pública. A correspondência narra encontro mantido na embaixada entre Gordon e Roberto Marinho, o então dono das Organizações Globo. A conversa era sobre a sucessão golpista.

Segundo relato do embaixador, Marinho estava “trabalhando silenciosamente” junto a um grupo composto, entre outras lideranças, pelo general Ernesto Geisel, chefe da Casa Militar; o general Golbery do Couto e Silva, chefe do Serviço Nacional de Informação (SNI); Luis Vianna, chefe da Casa Civil, pela prorrogação ou renovação do mandato do ditador Castelo Branco.

No início de julho de 1965, a pedido do grupo, Roberto Marinho teve um encontro com Castelo para persuadi-lo a prorrogar ou renovar o mandato. O general mostrou-se resistente à ideia, de acordo com Gordon.

No encontro, o dono da Globo também sondou a disposição de trazer o então embaixador em Washington, Juracy Magalhães, para ser ministro da Justiça. Castelo, aceitou a indicação, que acabou acontecendo depois das eleições para governador em outubro. O objetivo era ter Magalhães por perto como alternativa a suceder o ditador, e para endurecer o regime, já que o ministro Milton Campos era considerado dócil demais para a pasta, como descreve o telegrama. De fato, Magalhães foi para a Justiça, apertou a censura aos meios de comunicação e pediu a cabeça de jornalistas de esquerda aos donos de jornais.

No dia 31 de julho do mesmo ano houve um novo encontro. Roberto Marinho explica que, se Castelo Branco restaurasse eleições diretas para sua sucessão, os políticos com mais chances seriam os da oposição. E novamente age para persuadir o general-presidente a prorrogar seu mandato ou reeleger-se sem o risco do voto direto. Marinho disse ter saído satisfeito do encontro, pois o ditador foi mais receptivo. Na conversa, o dono da Globo também disse que o grupo que frequentava defendia um emenda constitucional para permitir a reeleição de Castelo com voto indireto, já que a composição do Congresso não oferecia riscos. Debateu também as pretensões do general Costa e Silva à sucessão.

Lincoln Gordon escreveu ainda ao Departamento de Estado de seu país que o sigilo da fonte era essencial, ou seja, era para manter segredo sobre o interlocutor tanto do embaixador quanto do general: Roberto Marinho.

DOC 1

DOC 2

O histórico de apoio das Organizações Globo à ditadura não dá margens para surpresas. A diferença, agora, é confirmação documental.

Da redação com, Portal Metrópole = Título e imagem principal: Amorim Sangue Novo

Leia também:

Após 22 anos, Boni admite que Globo armou contra Lula para eleger Collor >>>

As mentiras a respeito do “arrependimento” da Globo >>>

Amorim prevê: Depois do carnaval “vai voar pena de tucano pra todo lado”

tucano se lasca amorimPor Amorim Sangue Novo

Como é de se prever, a Operação Lava Jato envolve muito mais políticos, pessoas, partidos e entidades a estes ligados.

São pessoas que ainda deverão ser descobertas e investigadas e, claro que isto envolve políticos de vários partidos, com ou sem a anuência destes.

O jornalista Paulo Henrique Amorim, em seu comentário abaixo prevê e, com certa razão que tucanos magros e tucanos gordos poderão responder á PGR

Lava Jato – Alí Babá e os 40 tucanos

Veja no Sátiro de Amora – Tucano mutante >>>

 

 

 

Não se pode tapar o sol com a peneira OU Roubalheira na Petrobras começou no governo de Fernando Henrique

PetrobrasFHCPor Amorim Sangue Novo
Por mais que a grande mídia queira ou tente mudar a situação no afã de prejudicar partidos e gestores públicos.
Por mais que em troca desta “proteção” grandes conglomerados da área de comunicação tentem deturpar a verdade, levando seus leitores a criar imagens depreciativas de muitos políticos.
Por mais que mídias como a Rede Globo, por exemplo, sejam “porta-vozes” de políticos, nem sempre escrupulosos e se mantenham sem pagar seus impostos sem “cobranças”, não se pode tapar o sol com a peneira pois, a…

policiafederal1Roubalheira na Petrobras começou no governo de Fernando Henrique

A Operação Lava Jato foi deflagrada em março, com o objetivo de desarticular organizações criminosas

A discussão sobre problemas de corrupção da Petrobras precisa levar em conta o momento em que o primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fragilizou a Lei 8.666/1993 (a Lei de Licitações). Em 1997, o governo FHC editou a Lei n° 9.478/1997, que autorizou a Petrobras a se submeter ao regime de licitação simplificado, descaracterizando determinações da legislação anterior. Para o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, esse foi o momento em que “o governo Fernando Henrique colocou o galinheiro ao cuidado da raposa”. Em julgamento de mandado de segurança de 2006, o ministro Gilmar Mendes, do STF (indicado por FHC), concedeu liminar validando a regra da lei do governo tucano. Desde então, outras liminares confirmaram a decisão de Mendes, mas o julgamento do mérito nunca ocorreu.

Na opinião do jurista, embora tudo esteja “sendo feito para prejudicar o governo” no escândalo da Petrobras e denúncias de corrupção, não existe risco de impeachment.

Porém, as dificuldades enfrentadas pelo PT e seus governos, de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, no âmbito do Judiciário, são em grande parte decorrentes do “desprezo” da esquerda pelo direito. “Tanto a esquerda não dá muita importância ao direito que o Supremo (de hoje) praticamente foi composto, em boa parte, por governos do PT. E, no entanto, como é que o Supremo se comportou no chamado mensalão? Condenou, não apenas o Genoino, mas o Dirceu de uma maneira absurda”, diz.

Porém, na opinião do jurista, a partir de agora a esquerda vai ser obrigada a dar mais atenção a aspectos jurídicos ao governar.

Na atual composição do STF, nada menos do que sete ministros foram indicados por Lula ou Dilma: o ex-presidente indicou o atual presidente da corte, Ricardo Lewandowski, além de Cármen Lúcia e Dias Toffoli. Os nomes de iniciativa da presidenta são Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso.

Sobre a “tese” do impeachment, aventada politicamente nos corredores do Congresso, por alguns juristas e alimentada pelos jornais, Bandeira de Mello lembra que, entre os juristas, só ouvir falar a respeito do jurista Ives Gandra.

– Li aquele artigo do jeito que saiu. Eles perderam a eleição, ficaram aborrecidíssimos, o que se compreende. O que não se compreende é esse tipo de reação de quem, digamos, dá vontade de dizer: vai chorar na cama que é lugar quente. Eles reagiram dessa maneira intempestiva. Não estou muito impressionado com isso, porque para impeachment é preciso muita coisa. Não basta um artigo que alguém escreva e eventualmente algumas pessoas insatisfeitas fazerem menção a isso. Não houve a meu ver nada suficiente para justificar um impeachment, assim como não houve também no Congresso. Impeachment não é assim, “eu não fiquei satisfeito com o resultado das eleições… Não creio que vá muito pra frente isso, embora eles tenham por eles o Ministério Público e a polícia. A coisa mais difícil de controlar é a polícia – afirmou, a jornalistas.

Segundo Bandeira de Mello, as informações são vazadas seletivamente…

– Tudo está sendo feito para prejudicar o governo. Se formos falar nesse negócio da Petrobras, isso é antiquíssimo. Aliás, qualquer pessoa que pegar meu Curso de Direito Administrativo (editora Malheiros) vai ver que lá está escrito com todas as letras que o governo Fernando Henrique colocou o galinheiro ao cuidado da raposa. Ainda no governo daquele senhor, ele baixou uma medida para as estatais escaparem da Lei de Licitações, a lei 8.666. Essa medida foi autorizada às empresas estatais, que são as grandes realizadoras de obras públicas. A partir do momento em que o governo autoriza as estatais a regulamentarem suas compras, portanto retira a força de Lei de Licitações, o que está fazendo? Entregou o galinheiro à raposa. Então a questão da Petrobras é coisa antiga – concluiu.

Postado no Correio do Brasil – Imagem principal editada por Amorim Sangue Novo