Amorim prevê: Depois do carnaval “vai voar pena de tucano pra todo lado”

tucano se lasca amorimPor Amorim Sangue Novo

Como é de se prever, a Operação Lava Jato envolve muito mais políticos, pessoas, partidos e entidades a estes ligados.

São pessoas que ainda deverão ser descobertas e investigadas e, claro que isto envolve políticos de vários partidos, com ou sem a anuência destes.

O jornalista Paulo Henrique Amorim, em seu comentário abaixo prevê e, com certa razão que tucanos magros e tucanos gordos poderão responder á PGR

Lava Jato – Alí Babá e os 40 tucanos

Veja no Sátiro de Amora – Tucano mutante >>>

 

 

 

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Não se pode tapar o sol com a peneira OU Roubalheira na Petrobras começou no governo de Fernando Henrique

PetrobrasFHCPor Amorim Sangue Novo
Por mais que a grande mídia queira ou tente mudar a situação no afã de prejudicar partidos e gestores públicos.
Por mais que em troca desta “proteção” grandes conglomerados da área de comunicação tentem deturpar a verdade, levando seus leitores a criar imagens depreciativas de muitos políticos.
Por mais que mídias como a Rede Globo, por exemplo, sejam “porta-vozes” de políticos, nem sempre escrupulosos e se mantenham sem pagar seus impostos sem “cobranças”, não se pode tapar o sol com a peneira pois, a…

policiafederal1Roubalheira na Petrobras começou no governo de Fernando Henrique

A Operação Lava Jato foi deflagrada em março, com o objetivo de desarticular organizações criminosas

A discussão sobre problemas de corrupção da Petrobras precisa levar em conta o momento em que o primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fragilizou a Lei 8.666/1993 (a Lei de Licitações). Em 1997, o governo FHC editou a Lei n° 9.478/1997, que autorizou a Petrobras a se submeter ao regime de licitação simplificado, descaracterizando determinações da legislação anterior. Para o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, esse foi o momento em que “o governo Fernando Henrique colocou o galinheiro ao cuidado da raposa”. Em julgamento de mandado de segurança de 2006, o ministro Gilmar Mendes, do STF (indicado por FHC), concedeu liminar validando a regra da lei do governo tucano. Desde então, outras liminares confirmaram a decisão de Mendes, mas o julgamento do mérito nunca ocorreu.

Na opinião do jurista, embora tudo esteja “sendo feito para prejudicar o governo” no escândalo da Petrobras e denúncias de corrupção, não existe risco de impeachment.

Porém, as dificuldades enfrentadas pelo PT e seus governos, de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, no âmbito do Judiciário, são em grande parte decorrentes do “desprezo” da esquerda pelo direito. “Tanto a esquerda não dá muita importância ao direito que o Supremo (de hoje) praticamente foi composto, em boa parte, por governos do PT. E, no entanto, como é que o Supremo se comportou no chamado mensalão? Condenou, não apenas o Genoino, mas o Dirceu de uma maneira absurda”, diz.

Porém, na opinião do jurista, a partir de agora a esquerda vai ser obrigada a dar mais atenção a aspectos jurídicos ao governar.

Na atual composição do STF, nada menos do que sete ministros foram indicados por Lula ou Dilma: o ex-presidente indicou o atual presidente da corte, Ricardo Lewandowski, além de Cármen Lúcia e Dias Toffoli. Os nomes de iniciativa da presidenta são Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso.

Sobre a “tese” do impeachment, aventada politicamente nos corredores do Congresso, por alguns juristas e alimentada pelos jornais, Bandeira de Mello lembra que, entre os juristas, só ouvir falar a respeito do jurista Ives Gandra.

– Li aquele artigo do jeito que saiu. Eles perderam a eleição, ficaram aborrecidíssimos, o que se compreende. O que não se compreende é esse tipo de reação de quem, digamos, dá vontade de dizer: vai chorar na cama que é lugar quente. Eles reagiram dessa maneira intempestiva. Não estou muito impressionado com isso, porque para impeachment é preciso muita coisa. Não basta um artigo que alguém escreva e eventualmente algumas pessoas insatisfeitas fazerem menção a isso. Não houve a meu ver nada suficiente para justificar um impeachment, assim como não houve também no Congresso. Impeachment não é assim, “eu não fiquei satisfeito com o resultado das eleições… Não creio que vá muito pra frente isso, embora eles tenham por eles o Ministério Público e a polícia. A coisa mais difícil de controlar é a polícia – afirmou, a jornalistas.

Segundo Bandeira de Mello, as informações são vazadas seletivamente…

– Tudo está sendo feito para prejudicar o governo. Se formos falar nesse negócio da Petrobras, isso é antiquíssimo. Aliás, qualquer pessoa que pegar meu Curso de Direito Administrativo (editora Malheiros) vai ver que lá está escrito com todas as letras que o governo Fernando Henrique colocou o galinheiro ao cuidado da raposa. Ainda no governo daquele senhor, ele baixou uma medida para as estatais escaparem da Lei de Licitações, a lei 8.666. Essa medida foi autorizada às empresas estatais, que são as grandes realizadoras de obras públicas. A partir do momento em que o governo autoriza as estatais a regulamentarem suas compras, portanto retira a força de Lei de Licitações, o que está fazendo? Entregou o galinheiro à raposa. Então a questão da Petrobras é coisa antiga – concluiu.

Postado no Correio do Brasil – Imagem principal editada por Amorim Sangue Novo

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A presidenta Dilma e o tubo de escape

DILMA CAMPANHASPor diversas vezes questionei com leitores e não leitores sobre a presidenta Dilma ser considerada presidentA, de fato, de direito e por querer ser chamada assim. Até fiz matéria com provas através de cópias de diversos dicionários e outras, porém os “analfas” de plantão continuaram a me encher o saco.

Para não perder as estribeiras e mandar todos tomarem em seus devidos tubos de escape de fezes, preferi e prefiro ignorar tais comentários e gozações.

Agora meu colega de jornalismo, Leandro Fortes, através desta publicação poderá clarear a cabeças de muitas pessoas (veja segunda imagem) ou trazer pra si os “analfas” que eram meus.

 Aliás, o interessante que pouquíssimas pessoas me questionaram por eu ter trocado meu nome para Amorim Sangue Novo (será que não é para demonstrar o recalque citado por, Leandro?), apesar de que muitas trocam por Sangue Bom, talvez até por confundir com a novela, mas vale lembrar que este meu nome surgiu bem antes da novela e, desde quando mudei para a cidade de Panorama e verificar que aquela cidade estava e está precisando de uma injeção de sangue novo.

Atenção: Tubo de escape de fezes é de minha autoria

(Amorim Sangue Novo, por que assim sou e por que assim quero)

dilmaPor que não presidenta Dilma?

Essa discussão sobre Dilma Rousseff usar a designação “presidenta” em vez de “presidente” beira à babaquice e à ignorância, nem sempre nessa ordem, embora o sujeito dessa oração seja, todo mundo sabe, o preconceito.

Toda vez que essa bobagem vem à tona, me lembro de como o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro decidiu mudar a grafia do próprio apelido, “Cacai”, para o glamoroso e internacional “Kakay”.

Um dos mais famosos criminalistas do País, Castro é também uma fonte privilegiada do jornalismo da capital. Conhece, por ofício, a intimidade do poder de ponta a ponta do espectro esquerda-direita, e sabe equilibrá-la entre o sigilo profissional e a inconfidência calculada.

Pois bem, no dia que “Cacai” decidiu ser “Kakay”, aliás, um direito dele, precisou apenas avisar às redações.

No outro dia, todos os jornais e revistas adotaram alegremente a grafia bolada pelo advogado, talvez em um desses tarôs de numerologia. E ninguém questionou que não podia ser “Kakay” porque não existe “kays” do porto, nem “kayçara”, nem o “karay” a quatro.

É “presidenta” porque a presidente eleita quis assim, nos documentos oficiais e no tratamento pessoal, como forma de estabelecer um marco simbólico na ocupação do poder. Isso, apesar de haver mulheres a replicar a geleia de misoginia dispensada ao tema.

Ninguém é obrigado a seguir a designação, fora da esfera dos órgãos oficiais. Usa quem quiser.

Além disso, não tem erro de português.

Tem é recalque mesmo.

Postado por Leandro Fortes no DCM – Título e imagem principal: Amorim Sangue Novo

Sobre o Autor
Leandro Fortes é jornalista, professor e escritor. Trabalhou para o Jornal do Brasil, O Globo, Correio Braziliense, Estadão, Revista Época e Carta Capital.

 

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