Temer e emissoras do SBT mentem despudoradamente

Por Amorim Sangue Novo
Governo Temer mente e leva a mídia a levar informações distorcidas à população, inclusive agora com a adesão dos apresentadores Silvio Santos, Ratinho e outros, sendo que o SBT está levando às pessoas uma mensagem diz que o trabalhador irá ficar sem receber seus salários caso a Reforma da Previdência não seja aprovada,  ficando notório o envolvimento do Silvio Santos com o Temer, uma vez que, segundo consta, o apresentador teve reunião com o governante na última quinta (20) e as vinculações começaram um dia depois.

Levar aos assalariados a informação que eles ficarão sem receber seus salários é ima mensagem totalmente descabida uma vez que quem paga são os patrões e não o governo e pode levar estes apresentadores e as próprias emissora ao descrédito, o mesmo descrédito que a grande maioria dos brasileiros têm com referência ao governo Temer.

A decisão do “Sissi” também deverá levar seu futuro genro, o “namorido” de sua filha Patrícia Abravanel, Fábio Faria/PMN, que também é dos deputados a denunciado pelos Odebrechet’s, a votar a favor da Reforma

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De acordo com a ANFIP (Associacao Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), que anualmente divulga os dados da Seguridade Social, não existe déficit, pelo contrário, os superávits nos últimos anos foram sucessivos!

Saldos positivos de:
R$ 59,9 bilhões em 2006
R$ 72,6 bi, em 2007
R$ 64,3 bi, em 2008
R$ 32,7 bi, em 2009
R$ 53,8 bi, em 2010
R$ 75,7 bi, em 2011
R$ 82,7 bi, em 2012
R$ 76,2 bi, em 2013
R$ 53,9 bi, em 2014

Em dez anos, entre 2005 e 2015, houve uma sobra de 658 bilhões, este dinheiro foi usado em outras áreas e também para pagar juros da dívida pública, cerca de 42℅ do total.

Da redação com, R7

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Evandro Gussi vota a favor do parecer da Reforma do Trabalho

O deputado Evandro Gussi/PV, representante da região de Presidente Prudente, entre outros, votou nesta terça (25) a favor Parecer da Reforma Trabalhista

Veja lista de como votaram todos os deputados nesta terça (25)

Resultado de Votação Nominal

PL678716-Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 6787, de 2016, do Poder Executivo, que “altera o Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 – Consolidação das Leis do Trabalho, e a Lei nº 6.019, de 3 de janeiro de 1974, para dispor sobre eleições de representantes dos trabalhadores no local de trabalho e sobre trabalho temporário, e dá outras providências”

Reunião: Reunião Deliberativa Ordinária

Data/Local: 25/04/2017 – Plenário 01

 

Votação do Parecer do Relator ao PL 6787/2016

Votação iniciada em:25/04/2017 16:29:14 – Votação encerrada em:25/04/2017 16:51:42

  • Quórum votação37
  • Sim27
  • Não10
  • Abstenção0
  • Obstrução0
  • Total de votantes37

 PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB

16 vagas

 PT/PSD/PR/PROS/PCdoB

11 vagas

 PSDB/PSB/PPS/PV

7 vagas

PSDB 3 vagas

Titular

  • João Gualberto (PSDB-BA)
  • Nelson Padovani (PSDB-PR)
  • Rogério Marinho (PSDB-RN)Sim

Suplentes

  • Elizeu Dionizio (PSDB-MS)Sim
  • Vitor Lippi (PSDB-SP)Sim
  • Pedro Vilela (PSDB-AL)

PSB 2 vagas

Titular

  • Átila Lira (PSB-PI)
  • Fabio Garcia (PSB-MT)Sim

Suplentes

  • Danilo Cabral (PSB-PE)Não
  • Marinaldo Rosendo (PSB-PE)

PPS 1 vaga

Titular

  • Arnaldo Jordy (PPS-PA)Sim

Suplentes

PV 1 vaga

Titular

  • Evandro Gussi (PV-SP)Sim

Suplentes

  • Roberto de Lucena (PV-SP)

 PDT

1 vaga

PDT 1 vaga

Titular

  • Sergio Vidigal (PDT-ES)Não

Suplentes

  • Hissa Abrahão (PDT-AM)

 PSL

1 vaga

PSL 1 vaga

Titular

  • Alfredo Kaefer (PSL-PR)Sim

Suplentes

  • Dâmina Pereira (PSL-MG)

 PSOL

1 vaga

PSOL 1 vaga

Titular

  • Chico Alencar (PSOL-RJ)Não

Suplentes

  • Luiza Erundina (PSOL-SP)

Legenda:

Voto não contabilizado por ultrapassar o total de vagas do partido/bloco

Postado na Câmara Federal

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Comissão da Câmara acaba de aprovar parecer da reforma trabalhista

O relatório foi aprovado por 27 votos a 10 e nenhuma abstenção, com ressalvas aos destaques incluídos no relatório durante a discussão

Após seis horas de discussão, a comissão especial da Câmara aprovou o relatório da reforma trabalhista, de autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). O relatório foi aprovado por 27 votos a 10 e nenhuma abstenção, com ressalvas aos destaques incluídos no relatório durante a discussão.

Para facilitar a aprovação do texto, o relator fez algumas modificações hoje em seu texto. O objetivo das mudanças é vencer a resistência da oposição à aprovação do texto, grande teste de fogo para o governo medir a capacidade de mobilização para votar a reforma da Previdência, considerada prioritária pela equipe econômica.

Como a Câmara aprovou na semana passada o requerimento de urgência para a reforma trabalhista, não foi possível pedir vista ou fazer emendas à matéria na comissão especial. A expectativa é votar o material amanhã no plenário da Câmara.

Entre as mudanças apresentadas hoje está a regulamentação do trabalho de gestantes e lactantes em locais insalubres. Hoje, elas não podem trabalhar em locais assim e devem ser transferidas para outra área. O texto anterior abria margem ao trabalho em local insalubre. “Ao invés de se restringir obrigatoriamente o exercício de atividades em ambientes insalubres, será necessária a apresentação de um atestado médico comprovando que o ambiente não oferecerá risco à gestante ou à lactante.”

No texto, o relator diz que “para a autorização de trabalho de gestante ou lactante em ambiente insalubre, exige-se a apresentação de atestado médico que comprove que o ambiente não afetará a saúde do nascituro, além de não oferecer risco à gestação ou à lactação”.

O relator também atendeu a uma demanda do Sindicato dos Aeronautas e proibiu que a categoria – que representa pilotos e comissários – pudesse ser contratada pelo modelo de trabalho intermitente. Essa é a modalidade de trabalho descontínuo, em que o empregado é remunerado por horas.

Os aeronautas aprovaram ontem em estado de greve contra mudanças previstas nas reformas da Previdência e trabalhista. A questão do trabalho intermitente era uma das reclamações da categoria em relação à reforma trabalhista.

Outras mudanças

Marinho também retirou do texto o artigo que mudava o cálculo de cotas para deficientes nas empresas. O artigo dizia que deviam ser retiradas do cálculo as vagas incompatíveis de serem cumpridas por deficientes físicos.

“Fomos convencidos das dificuldades em se definir quais as áreas que poderiam ser previamente excluídas da base de cálculo do percentual da cota de pessoas com deficiência ou reabilitadas que as empresas são obrigadas a contratar, bem como quanto à complexidade em se comprovar que o não cumprimento da lei por motivo alheio à vontade do empregador”, diz o novo relatório da reforma trabalhista.

Terceirização

O texto também tenta ampliar salvaguardas para o trabalho terceirizado de modo a inibir a chamada pejotização – demissão de funcionários com carteira assinada para contratação de PJs (pessoas jurídicas) ou terceirizados.

No novo texto há um artigo dizendo que o “empregado que for demitido não poderá prestar serviços para esta mesma empresa na qualidade de empregado de empresa prestadora de serviços antes do decurso de prazo de dezoito meses, contados a partir da demissão do empregado”.

No texto anterior, o prazo de 18 meses referia-se apenas à contratação de pessoas jurídicas, não falava de vínculo com empresa prestadora de serviços, as terceirizadas.

Protestos

O relatório da reforma trabalhista mexe em 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O projeto dá força de lei aos acordos coletivos negociados entre empresas e trabalhadores em vários pontos.

Contrário às reformas trabalhista e da Previdência, a cúpula do PSB decidiu fechar questão sobre o assunto e orientar sua bancada a votar contra as duas propostas do governo.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras entidades sindicais estão convocando uma greve geral, em conjunto com movimentos sociais, contra as reformas propostas pelo governo Michel Temer (PMDB), inclusive a reforma trabalhista.

Postado originalmente no Veja hoje às 17hs e 17min – Título Amorim Sangue Novo