Que feitiço tem Panorama que atrai “forasteiros” para o Executivo?

prefeito-panorama-amorim-sangue-novoEm 2012 foram cinco o número de candidatos a prefeito da cidade de Panorama, sendo que destes cinco, um nasceu em Santa Mercedes e era morador em Dracena onde nasceu também o candidato a vice-prefeito. Dois nasceram em Dracena e dois em Panorama. Já neste ano de 2016 o prefeito eleito também é nato e morador em Dracena e o vice é o mesmo eleito em 2012, um segundo candidato (indeferido cm recurso) nasceu em Paulicéia e o terceiro em Valinhos.

OBS.: Segundo o apurado no TSE, em 09/11/15, o valor gasto pelo então candidato João Dória foi o equivalente a R$12.456.900,49

Temer… Dobre sua língua antes de falar sobre os estudantes

Temer… Dobre sua língua antes de falar sobre os estudantes
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Saiba mais sobre a PEC 241/2016
(Matéria publicada pela Adufop – Associação dos Docentes da Ufop)
O Poder Executivo apresentou ao Congresso Nacional, no último dia 15 de junho, a PEC 241/2016, Proposta de Emenda à Constituição cujo objetivo é o de instituir um novo regime fiscal para o país. O alicerce central da proposta está baseado no estabelecimento do chamado “novo teto para o gasto púbico”. A proposta foi concebida já durante o exercício de poder do presidente interino Michel Temer, tendo como mentor Henrique Meireles, ex-presidente do Banco Central nos governos Lula I e II, e atual Ministro da Fazenda. O pretexto é o de redução da relação dívida-PIB (Produto Interno Bruto).
A PEC limita as despesas primárias da União aos gastos do ano anterior corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que significa que a cada ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) vai definir, com base na regra, o limite orçamentário dos poderes Legislativo (incluindo o Tribunal de Contas da União), Executivo e Judiciário, Ministério Público Federal da União (MPU) e Defensoria Pública da União (DPU). Como o IPCA só é conhecido após o encerramento do ano, a PEC 241 determina que, para calcular o limite, o governo estimará um valor para a inflação, que será usado na elaboração dos projetos da LDO e da lei orçamentária. Na fase de execução das despesas, no ano seguinte, será usado o valor final do IPCA, já conhecido, procedendo-se aos ajustes nos valores dos limites.
A nova regra seria aplicada por um período de 20 anos. Caso haja descumprimento ao limite de gastos, o órgão ou Poder Público serão penalizados nos anos seguintes com a proibição de medidas que aumentem o gasto público, como por exemplo, o eventual reajuste salarial de servidores públicos; a criação de cargo, emprego ou função; a alteração de estrutura de carreira; restrições à admissão ou à contratação de pessoal, a qualquer título, ressalvadas as reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa e aquelas decorrentes de vacâncias de cargos efetivos e à realização de concurso público.
PEC 241/2016 deve restringir recursos públicos para Educação e Saúde
A proposta foi duramente criticada durante o II Encontro Nacional de Educação que ocorreu em Brasília nos dias 16 a 18 de junho, no qual participou pela ADUFOP o professor André Mayer (ver notícia). A exemplo do Projeto de Lei Complementar – PLP 257/16, a medida recai sobre os trabalhadores, os servidores e os serviços públicos e, especialmente, em áreas essenciais à população brasileira como a Educação e Saúde. A PEC propõe alterar os critérios para cálculo das despesas mínimas na Educação e Saúde, que passariam a ser corrigidos pela variação da inflação do ano anterior, sem aumento real. Na avaliação do encontro, no frigir dos ovos a aprovação da PEC pelo Congresso Nacional congelaria por 20 anos o orçamento, e se houver crescimento econômico, não há possibilidade de revisão do congelamento. Ou seja, mais penúria orçamentária para os próximos anos.
Tramitação
A intenção do governo é que a proposta seja aprovada no Congresso Nacional o mais rápido possível para que o novo cálculo para os gastos públicos já seja aplicado no ano que vem. A PEC 241 será analisada inicialmente na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que fará o exame de admissibilidade. Se for aprovada, segue para discussão e votação em uma comissão especial. Antes de seguir para o Senado, a PEC será votada em dois turnos na Câmara e para ser aprovada são necessários no mínimo 308 votos dos deputados em cada turno.

Veja comentário de senador Roberto Requião

Buracos nas ruas de Dracena pode ter sido um dos fatores para a perda do prefeito Pedretti

Buracos nas ruas de Dracena pode ter sido um dos fatores para a perda do prefeito Pedretti

buracos-nas-ruas-de-dracena-amorim-sangue-novoAo que se percebe, os prefeitos, inclusive o da cidade de Dracena/SP não estão muito empenhados em respeitar os direitos da população nem sob denúncias de algumas mídias empenhadas na qualidade de vida dos contribuintes.

OBS.: No vídeo, onde se ouve “a empresa que o senhor adquiriu”, ouça a empresa prestadora dos serviços

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Buraco em frente à segunda delegacia de Dracena

As fotos e comentários abaixo foram enviados por diversos leitores do Sem medo da verdade
“Aqui na rua Cristina Pompilio Schimidth, Bairro Frei Moacir I, a rua é escura a noite fica difícil ver direito”
“Meu caro Amorim, esse buraco começa na sarjeta e é grande vai para o meio da rua”
“Essa é a Av Benedito Borges, ate que os buracos não estão grandes mas tem varios Vila Itália”

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