Ligações de telefone fixo para móvel ficarão até 22,35% mais baratas

telefoneLigações de telefone fixo para móvel ficarão até 22,35% mais baratas

 As ligações locais e interurbanas feitas de telefone fixo para móvel estão mais baratas para o usuário devido à redução dos valores de referência para tarifas de remuneração de redes móveis determinada pela Anatel.  
O Ato nº 50.509, que fixa as novas tarifas, foi publicado nesta sexta-feira, dia 26, no Diário Oficial da União.

Houve também a unificação das tarifas das chamadas fixo-móvel local. Assim, o usuário de telefone fixo pagará o mesmo valor para uma chamada local, independente da operadora móvel de destino.

A redução é consequência do Plano Geral de Metas de Competição da Anatel, aprovado pela Resolução n° 600/2012, e abrange chamadas da telefonia fixa para celular, sejam ligações locais ou de longa distância, originadas nas redes das concessionárias da telefonia fixa – Oi (Telemar e Brasil Telecom), Telefônica, CTBC/Algar, Claro/Embratel e Sercomtel – e destinadas às operadoras móveis.

A redução nas tarifas das chamadas fixo-móvel local (VC-1) ficou entre 14,95% a 22,35%, a depender da operadora de origem da chamada.

Por exemplo, o valor a ser pago por um usuário ao realizar uma chamada local fixo-móvel em São Paulo variava entre R$ 0,26 a R$ 0,46 e agora será de R$ 0,24854. No Rio de Janeiro, variava entre R$ 0,27 a R$ 0,45 e agora será de R$ 0,23831.

Concessionária Redução do VC-1 (%)
Telefônica Brasil S.A. 14,95%
Sercomtel 17,80%
Brasil Telecom S.A. 18,52%
Algar Telecom 19,25%
Telemar Norte Leste S.A. 22,35%

Nas chamadas de fixo para móvel em que os DDDs dos telefones de origem e de destino da ligação têm apenas o primeiro dígito igual (VC-2 – exemplo: DDDs 61 e 62), haverá redução entre 9,15% a 14,04%, a depender da operadora de origem da chamada. Antes desta revisão tarifária, um cliente do Plano Básico da Brasil Telecom S.A. (DF), por exemplo, pagava R$ 0,77506 para realizar uma chamada de DDD 61 para DDD 62. Agora este mesmo usuário pagará R$ 0,69919 para este tipo de chamada.

Concessionária Redução do VC-2 (%)
Telefônica Brasil S.A. 9,15%
Brasil Telecom S.A 9,79%
Claro S.A. 9,91%
Sercomtel 10,38%
Telemar Norte Leste S.A. 13,06%
Algar Telecom 14,04%

Nas ligações, em que os primeiros dígitos dos DDDs do telefone fixo e do telefone móvel são diferentes (VC-3 – exemplo: DDDs 31 e 41), a redução será entre 7,73% a 11,80%, a depender da operadora de origem da chamada. Antes desta revisão, por exemplo, um cliente do Plano Básico da Telemar Norte Leste S.A. em Minas Gerais pagava R$ 0,87114 para originar uma chamada. Agora este mesmo usuário pagará R$ 0,77484 para este tipo de chamada.

Concessionária Redução do VC-3 (%)
Telefônica Brasil S.A. 7,73%
Brasil Telecom S.A 8,32%
Claro S.A. 8,37%
Sercomtel 8,86%
Telemar Norte Leste S.A. 11,05%
Algar Telecom 11,80%

Mais do que apenas a redução dos valores pagos por minuto de ligação, o usuário se beneficiará também com maior transparência, pois, com a unificação, haverá apenas uma única tarifa para as ligações fixo-móvel.

Documento relacionado

Ato nº 50.509 de 25 de fevereiro de 2016

Da redação com Anatel – Imagem ilustrativa

Que gesto de grandeza Aécio pode fazer pelo país?

Que gesto de grandeza Aécio pode fazer pelo país?

aéciioNeste sábado, em Goiânia, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) cobrou um “gesto de grandeza” da presidente Dilma Rousseff, que seria a sua renúncia; desde que foi derrotado, em outubro de 2014, já se passaram nada menos do que 489 dias e o presidente nacional do PSDB continua tentando fomentar o ódio e a guerra política no País; nessa toada, Aécio já fez de tudo: aliou-se a Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na tentativa de um golpe contra a democracia, sabotou votações de medidas fiscais que eram defendidas pelo próprio PSDB e estimulou diversas ações no TSE; sua aposta no ‘quanto pior, melhor’ não rendeu frutos para os tucanos; ao contrário, aprofundou a recessão, ceifou milhares de empregos e criou o ambiente perfeito para que germine a semente do fascismo no Brasil; é possível esperar de Aécio um gesto de grandeza?

Lá se vão exatos 489 dias desde que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi derrotado para a presidente Dilma Rousseff nas eleições presidenciais de 2014.

Desde então, o senador mineiro, neto de Tancredo Neves, não fez outra coisa a não ser fomentar o ódio e a intolerância política no Brasil.

No lugar de aceitar a derrota, como fazem políticos civilizados e com respeito pela democracia, Aécio decidiu agir como um autêntico carbonário. Convocou manifestações de rua, aliou-se a um político que simboliza a corrupção, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para tentar afastar do cargo uma presidente reconhecidamente honesta e sabotou medidas do ajuste fiscal que eram defendidas por seu próprio partido.

Neste início de 2016, com o enfraquecimento do movimento golpista, Aécio sinalizou que adotaria uma postura mais responsável. Começou a posar de estadista, lançando uma agenda propositiva, e autorizou o novo líder do PSDB na Câmara (PSDB-MG), Antônio Imbassahy (PSDB-BA) a fazer um mea culpa tucano pela aposta no ‘quanto pior, melhor’. Numa entrevista ao jornalista Bernardo Mello Franco, Imbassahy reconheceu que o PSDB não deveria ter tentado implodir as contas públicas, derrubando medidas como o fator previdenciário.

Aécio agia com base em pesquisas que mostravam repúdio da população à sua conduta. Desde a derrota nas eleições presidenciais, o senador passou a ser visto como um político oportunista, preocupado apenas com os próprios interesses.

No entanto, bastou que a Operação Lava Jato desse novo ânimo ao movimento golpista, com a prisão do marqueteiro João Santana, para que Aécio voltasse a vestir o velho figurino do político inconformado com a sua própria derrota.

Neste sábado, em Goiânia, ele voltou a propor uma ruptura. “Eu acho que está chegando a hora da presidente da República, da presidente Dilma Rousseff, refletir e, quem sabe, em um gesto de grandeza, deixar a Presidência da República para que o Brasil possa construir um novo caminho”, disse ele.

Dilma pede união

Do Chile, onde se encontra com a presidente Michelle Bachelet, a presidente Dilma Rousseff pareceu não se incomodar com a provocação e mostrou estar ciente do rumo que precisa tomar. “O que é necessário para o Brasil recuperar o grau de investimento? Temos que estabilizar a situação fiscal. É fundamental que as pessoas percebam que não existe o fim em si de equilibrar o orçamento do Estado brasileiro. Você faz isso porque é essencial para que se crie um ambiente favorável ao investimento, que esteja com inflação controlada e que permita que haja um horizonte de expectativas positivas”, afirmou.

Dilma também falou sobre o atual ambiente de intolerância. “Além disso, o Brasil precisa se unir. O Brasil não pode sistematicamente se mostrar desunido, todas as pessoas pessimistas. Todas as pessoas eu não digo, porque eu acho que o povo brasileiro é um otimista, mas grupos muito pessimistas que só olham a parte mais vazia do copo e isso nós não podemos permitir.”

Até agora, a guerra política fomentada por Aécio e seus aliados já causou grandes prejuízos ao País. Tendo que atuar em diversos campos de batalha para sobreviver politicamente, o governo da presidente Dilma Rousseff não conseguiu recuperar a iniciativa nem fazer avançar reformas no Congresso capazes de equacionar a questão fiscal.

De 2014 para cá, o Brasil já foi rebaixado por três agências de risco e milhares de pessoas perderam seus empregos, mas o ‘quanto pior, melhor’ não rendeu frutos para o PSDB. Ao contrário, os tucanos perderam apoio popular, assim como o PT. A única coisa que se conseguiu até agora, além de aprofundar a recessão, foi fazer com que germinassem as sementes do fascismo no País.

Enquanto o Brasil sangra, fica no ar a questão: é possível esperar de Aécio algum gesto de grandeza?

Postado originalmente no Brasil/247

Seminário promovido pelo PSDB faz esclarecimentos sobre as eleições de 2016

Seminário promovido pelo PSDB faz esclarecimentos sobre as eleições de 2016

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Marcos Monteiro; Osmar Pinato; Pedretti, Fernando Vieira e Anderson Pomini

Nesta sexta (27) a Câmara do Dracena esteve repleta de prefeitos, vices, vereadores, militantes e simpatizantes do PSDB para assistir as palestras do Dr. Anderson Pomini que mostrou as “Regras eleitorais para 2016”., do Dr. Marcos Monteiro, que falou sobre “Principais alterações na prestação de contas eleitorais” de Fernando Vieira apresentou as estratégias de “Marketing político e eleitoral”.

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Destaque para o grande número de mulheres presentes

 abertura foi feita pelo anfitrião, prefeito de Dracena, José Antonio Pedretti, que se fez acompanhar da primeira-dama, uma vez que o deputado Bragato, por compromissos com o governador Alckmin (veja) não pode comparecer mas enviou seu representante, o assessor Kleber Bragato e outros.

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Prefeitos, vices,vereadores, assessores e simpatizantes
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Edmar Mazucatto e componentes da mesa
5
Filiados, simpatizantes e a primeira-dama Dona Guimar

 

 

 

 

 

 

 

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Miguel Costa, Amorim Sangue Novo e Antonio Luciano

 

 

 

 

 

 

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Cido Celestino, Rodrigo Castilho e Padretti