Café filosófico – 7 pecados capitais – Ira

Café filosófico – 7 pecados capitais – Ira

IRA“Alguns sábios afirmaram que a ira é uma loucura breve; por não se controlar a si mesma, perde a compostura, esquece as suas obrigações, persegue os seus intentos de forma obstinada e ansiosa, recusa os conselhos da razão… incapaz de discernir o que é justo e verdadeiro, semelhante às ruínas que se abatem sobre quem as derruba.” nas reflexões de seneca, filósofo da antiguidade, a ira transforma o ser em fera portanto segundo ele “o melhor remédio para a ira é fazer uma pausa”, “ela desaparece se tiver que esperar”. mas quem nunca se irritou? e quantas vezes jogamos a culpa no outro por nossa ira? estamos sempre dizendo: o outro me deixou com raiva, alguma coisa me irritou…. a culpa é sempre de algo que está fora de nós. mas a ira é algo que brota dentro de nós. neste programa, a ira é o tema da reflexão conduzida pelo padre jesuíta carlos alberto contieri também como uma forma de nos conduzir à esperança.”

Café filosófico – 7 pecados capitais – Luxúria

Café filosófico – 7 pecados capitais – Luxúria

lixuria 1“Neste programa o tema é a luxúria, o pecado da carne. e o filósofo luiz felipe pondé mostra os desprazeres do pecado do prazer. a luxúria não traz satisfação e plenitude, ela escraviza a alma e conduz ao aniquilamento moral. ou, nas palavras de marquês se sade, o escritor libertino: “a paixão da luxúria quer ser servida… ela exige, ela tiraniza”. sendo luxúria essa maldição, nos resta ainda a esperança do amor,- ou seria esta uma ilusão ainda maior? a alternativa seria então a castidade, este ideal tão inalcançável? entre a luxúria maldita e a castidade impossível, haverá saída para o nosso desejo?”

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Café filosófico – 7 pecados capitais – Preguiça

Café filosófico – 7 pecados capitais – Preguiça

preguica1“Nesta série do café filosófico que fala dos 7 pecados capitais, chegou a hora de entender a preguiça. por que a preguiça é pecado? por que é vergonhosa? se a preguiça ofende a moral ocidental apoiada na produtividade, no fazer, preguiça também é fruto da necessidade humana, de entorpecimento diante da ferida da existência, diante da falta de sentido da vida. o filósofo oswaldo giacóia jr. traz outra visão sobre este hábito mal-visto. e um elogio à preguiça é feito a partir da filosofia de nietzsche. afinal, como disse o escritor albert camus: ”são os ociosos que transformam o mundo porque os outros não têm tempo algum.”