O descaradismo e a hipocrisia dos deputados foge do imaginário

O descaradismo e a hipocrisia dos deputados foge do imaginário

direitos dos homensPor Amorim Sangue Novo

A frase do título encerra quase tudo o que penso sobre a grande parte dos políticos brasileiros e, para sintetizar, como se vê abaixo, o próprio Cunha admite o interesse dos parlamentares em se reelegeram e não de deferem políticas que vá de encontro aos interesses da população e isto eu já havia previsto em frase nas minhas redes sociais, porém citar que “ao ser colocada em discussão, pela primeira vez em 20 anos, as decisões da Câmara dos Deputados devem ser respeitadas”, chega a ser o ridículo do ridículo, uma vez o que deve ser respeitados são os interesses da nação.

cunhas

Para Cunha, parlamentares têm receio de mudar sistema político

Eduardo-Cunha1-300x169Cunha criticou a “hipocrisia” de deputados que defenderam em campanha o financiamento público e depois mudou de lado

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reconheceu, nesta sexta-feira, que os parlamentares da Casa têm medo de mudar o sistema político. Ao reconhecer que a proposta de reforma política, em análise no Congresso, desagradou setores da sociedade, ele afirmou que os parlamentares preferem que fique como está.

– Se algumas decisões do Congresso não são as decisões que a sociedade esperava obter, se as decisões podem frustar alguém, até a mim, pessoalmente, é porque o Congresso decidiu ficar como está – afirmou, em entrevista, no Rio de Janeiro.

Segundo Eduardo Cunha, por terem medo de aprovar regras que inviabilizem futuras reeleições, os deputados preferem não fazer mudanças nas leis.

– Na prática, fazer reforma política esbarra na dificuldade de mudar o sistema de eleição daquele que se elegeu por esse sistema – explicou o presidente da Câmara.

– Ele [o parlamentar] sempre fica com receio que uma alteração dificultará sua futura eleição. Essa é a realidade – admitiu.

Ele também criticou a “hipocrisia” de deputados que defenderam em campanha o financiamento público ou o voto distrital misto e mudaram de lado, dificultando mudanças na lei. “Ou seja, proclamam um coisa e votam outra”, disse.

Para Cunha, ao ser colocada em discussão, pela primeira vez em 20 anos, as decisões da Câmara dos Deputados devem ser respeitadas.

Direito à saúde – Isto interessa a todos

Direito à saúde – Isto interessa a todos

saúdePor Amorim Sangue Novo

Diante todos os abusos que estamos vendo diariamente, seja por parte da grande maioria dos médicos, hospitais e principalmente por parte de vários prefeitos, os quais são os responsáveis diretos pelo atendimento aos pacientes, estou trazendo para meus leitores e a todos os interessados, o resultado da Segunda Jornada de Direito à Saúde, com a recomendação que leiam o anexo do link abaixo e que e baixe, imprima e guarde para que resguardem seus diretos e responsabilidades.

“A II Jornada de Direito da Saúde, realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nos dias 18 e 19 de maio em São Paulo, com apoio do Tribunal de Justiça, aprovou 23 enunciados interpretativos com informações técnicas para subsidiar os magistrados na tomada de decisões em ações judiciais sobre direito à saúde.

Um deles refere-se a processos com pedidos por medicamentos, próteses ou procedimentos não padronizados pelo Ministério da Saúde. O enunciado recomenda a intimação judicial do médico responsável pelo paciente, para que ele preste esclarecimentos sobre a necessidade da prescrição. Também, que o médico assine declaração informando se há conflito entre sua atuação profissional e outros interesses, sejam pessoais, comerciais ou financeiros.

Outro enunciado trata das situações em que o médico se nega a fornecer o prontuário ao paciente autor da ação judicial. Segundo o texto, “poderá constituir quebra de confiança passível de condenação por dano à recusa imotivada em fornecer cópia do prontuário ao próprio paciente ou seu representante legal ou contratual, após comprovadamente solicitado, por parte do profissional de saúde, clínica ou instituições hospitalares públicos ou privados”.

Os enunciados interpretativos foram aprovados pela plenária final da II Jornada.  As propostas surgiram a partir de grupos de trabalho, divididos em Saúde Pública, Saúde Suplementar e Biodireito. As discussões envolveram cerca de 400 pessoas: cidadãos comuns, juízes, representantes do Ministério Público, defensores públicos, advogados, médicos, farmacêuticos, gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos planos de saúde, além de estudantes de pós-graduação.”

Da redação com, CNJ – Título Amorim Sangue Novo

Veja anexo clicando aqui >>>