Amorim propõe horário integral na educação básica

amorim_divulgacaoO senador Eduardo Amorim (PSC-SE) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição que determina a universalização da educação básica em tempo integral. O parlamentar defende que desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o terceiro ano do Ensino Médio, o tempo de permanência dos alunos na escola seja de pelo menos sete horas por dia. “Nosso propósito é que a educação seja progressivamente universalizada”, disse o senador.

Ele acredita que todo o povo que conseguiu e conquistou avanços sociais, distribuição de renda, avanços científicos, ou seja, que alcançou a justiça social, o fez através da educação. “Então a educação de tempo integral é justo, é meritório, é o único caminho que nós temos”, informou ao dizer ainda que “a efetivação da PEC oferecerá atividades pedagógicas e culturais, possibilitando o desenvolvimento global do educando”, explicou Eduardo.

A educação básica engloba a pré-escola, os nove anos do ensino fundamental e os três anos do ensino médio. A proposta de ensino integral ampliaria este tempo diário na escola, que passaria de cinco horas para sete ou mais horas, além da alimentação dos estudantes. “é a única formula do Brasil se desenvolver”, disse o senador.

Segundo o senador, o Congresso Nacional discute o tema sob diversos prismas, entretanto, mudanças constitucionais recentes, recomendam que o debate sobre a educação em tempo integral não se restrinja apenas ao ensino fundamental, mas sim seja redirecionado para o conjunto da educação básica.   “De fato, esse movimento, a despeito de avanços recentes, ainda é tímido: pouco mais de 34% das escolas oferecem e 12% dos alunos frequentam a educação básica em tempo integral”, disse Eduardo.

“Eu sou um produto da Educação. Eu venho de uma família muito simples e humilde. Meu pai não sabia ler nem escrever, mas desde cedo nos deu princípios e nos ensinou valores. Se o país naquela época tivesse tomado essa consciência ou se os líderes subsequentes já tivessem feito o que deveria ser feito, nós com certeza seríamos um país muito melhor”, acredita o parlamentar.

Ao detalhar sua proposta o senador lembrou que os alunos brasileiros estão entre aqueles  com menor tempo de permanência diária na escola, cerca de quatro horas apenas, em comparação com a experiência internacional. “Sabemos que o Plano Nacional de Educação vigente contém meta específica sobre o tema: a meta seis, que prevê que, até 2024, a oferta de educação básica em tempo integral atinja, 50% das escolas públicas e 25% dos alunos”, explicou Eduardo.

Ele disse ainda que “a inclusão do tema na Constituição Federal, entre os deveres do Estado para a educação, pode dar novo alento e impulsionar a efetiva universalização desse regime, com ganhos significativos para os 53 milhões de estudantes na Educação Básica”.

Da redação com Assessoria de Imprensa do senador

Parabéns e obrigado dracenenses – Doar não dói

igreja

Apesar de ser jornalista crítico em política e procedimento dos políticos em geral, não fujo também da área comportamental e, nesta sexta (27), até por solidariedade, coloquei em meu site uma matéria incentivando a doação de sangue (veja), principalmente na cidade de Dracena.

Divulguei esta matéria também nas redes sociais e, para minha surpresa verifiquei uma participação muito grande de parte de dracenenses e moradores de outras cidades circunvizinhas.

Mais surpreso ainda quando, na manhã deste sábado ao verificar a quantidade de leitores verifiquei um crescimento de uma média diária de 3.400 para 4.152 visitantes somente da página.

É com enorme prazer que sinto esta participação e espero que todos compareçam ao banco de sangue, o qual terá plantão também neste domingo (29).

Quem pode doar:
Menores de 16 anos acompanhados dos pais.
Maiores até 68 anos

Relembrando:
O Banco de Sangue de Dracena fica na Rua Virgilio Pagnozzi, N° 822, no Centro e funciona das 8h às 11h. Mais informações ou agendamentos podem ser feitos pelos telefones (18) 3821-8466 ou 99740-8688.

Na imagem principal retirada do Google, Igreja N.S.Aparecida, em Dracena (edição nossa)

Leia também:
Doar não dói >>>

Financiamento de campanhas é uma afronta a inteligência dos brasileiros

financiamento_de_campanha

Por Amorim Sangue Novo

Nenhuma entidade de qualquer ordem e principalmente empresas privadas pode dar nada sem que pretenda uma troca de qualquer tipo futuramente.

O que não se discute é que qualquer “investimento financeiro” em candidatos e/ou partidos são descontados do IR e também lançados como despesas, servindo esta para computo de seus custos, refletindo assim, no aumento de produtos, mercadorias ou serviços.

Nenhuma entidade de qualquer ordem e principalmente empresas privadas pode dar nada sem que pretenda uma troca de qualquer tipo futuramente.

O que não se discute é que qualquer “investimento financeiro”

Entidades protestam contra financiamento empresarial de campanhas

Duzentos sacos com o símbolo do cifrão ($), representando dinheiro, foram espalhados em frente ao Congresso Nacional como forma de protestar contra o financiamento empresarial de campanha. O ato faz parte de uma semana de mobilizações em torno da reforma política, promovida pela Coalização Reforma Política Democrática – Eleições Limpas.

As organizações que integram a coalizão defendem que o financiamento empresarial é uma das causas de corrupção e citam como exemplo as denúncias investigadas na Operação Lava Jato de que empreiteiras teriam pago propina para partidos políticos.

– Empresa não é eleitor, ela não vota. Então, não tem porque ela participar das campanhas eleitorais, isso cria uma distorção no processo democrático e vai contra o conjunto da população – diz o diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Carlos Alves Moura. “Ela participa da eleição e depois vai cobrar a fatura por meio de contratos, isso deturpa o processo eleitoral e acaba promovendo a corrupção,” defendeu.

A proibição do financiamento empresarial de campanha faz parte de um projeto de iniciativa popular defendido pela coalização. Além da proibição do financiamento, as organizações também defendem a realização de eleições em dois turnos (o primeiro com voto em lista de partidos e o segundo nos candidatos) e maior participação popular por meio de plebiscitos e referendos, que seriam convocados para questões nacionais. Entre essas questões o grupo destaca concessões de serviços públicos, privatizações, construção de obras de grande impacto ambiental, alienação de bens públicos e outros.

A coalização também critica a sub-representação de mulheres no Parlamento e propõem a paridade de representação de homens e mulheres, bem como maior acesso ao Fundo Partidário das agremiações que privilegiem a participação de outros segmentos sub-representados como negros e indígenas.

Moura disse ainda que as organizações pretendem reunir 1,5 milhão de assinaturas no projeto de iniciativa popular para a reforma política, número mínimo exigido por lei. Até o momento, elas contabilizam mais de 500 mil assinaturas de eleitores. O projeto de iniciativa popular é defendido desde 2013. Entre as cerca de 110 entidades que compõem a iniciativa estão a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), entre outras.

– Estamos aqui especificamente pela questão do financiamento eleitoral feito por empresas, mas o projeto é mais amplo. Estamos promovendo essas manifestações em várias capitais e queremos sensibilizar os parlamentares e a sociedade em geral para essa proposta que surge da vontade popular – resumiu.